sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

O Messias.

 

O tempo continuou passando e chegamos à eleição de 2018. As opções de candidatos que se apresentavam não eram animadoras, nenhum me motivava para dar o meu voto. Cada um pior que o outro, só as velhas raposas que não mereciam crédito.

No meio deles pareceu um candidato que poucas vezes tinha ouvido falar, o Jair Bolsonaro. O pouco que sabia dele, eram as brigas que tinha com os petistas e seus pares no congresso.

Até que ele veio em campanha ao meu estado e foi recebido por uma multidão no aeroporto. Uma multidão que nem nos tempos do Lula tinha visto, gente comum que não eram militantes políticos.

Depois desse fato passei a prestar mais atenção ao Jair Bolsonaro. No entanto, achava que ele não chegava ao segundo turno, que era um fogo de palha que o vento ia se encarregar de apagar como tantos que sucumbem no meio das campanhas.

Então, em setembro de 2018, ele foi esfaqueado quando estava em campanha. Fato que me deixou indignado, visto que se diziam nas redes sociais que o ato de violência tinha a finalidade de tirar ele da campanha.

Mesmo assim, ainda não tinha me decidido em quem votar. Não achava que Jair Bolsonaro era preparado para exercer a função de presidente desse país, pretendia anular o meu voto.

Aí aconteceu um fato novo, vi numa rede social um vídeo de uma mulher muito articulada. Nele ela alertava que precisávamos impedir o PT de voltar ao poder, defendia que o Jair Bolsonaro era o único candidato que podia derrotar o Haddad. Disse também que, caso ele não desse certo, já tínhamos tirados dois presidentes do poder através do impeachment.

Depois desse vídeo, finalmente resolvi que o Jair Messias Bolsonaro seria o meu candidato. Fato que até os dias de hoje tenho a certeza de que acertei, pois desde que ele assumiu o governo, as notícias de corrupção e de uso irresponsável do dinheiro público não se repetiram.

 

Olho no olho.  

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário