O tempo
continuou passando e chegamos à eleição de 2018. As opções de candidatos que se
apresentavam não eram animadoras, nenhum me motivava para dar o meu voto. Cada
um pior que o outro, só as velhas raposas que não mereciam crédito.
No meio
deles pareceu um candidato que poucas vezes tinha ouvido falar, o Jair Bolsonaro.
O pouco que sabia dele, eram as brigas que tinha com os petistas e seus pares no
congresso.
Até que
ele veio em campanha ao meu estado e foi recebido por uma multidão no aeroporto. Uma
multidão que nem nos tempos do Lula tinha visto, gente comum que não eram militantes políticos.
Depois
desse fato passei a prestar mais atenção ao Jair Bolsonaro. No entanto, achava
que ele não chegava ao segundo turno, que era um fogo de palha que o vento ia
se encarregar de apagar como tantos que sucumbem no meio das campanhas.
Então, em
setembro de 2018, ele foi esfaqueado quando estava em campanha. Fato que me deixou
indignado, visto que se diziam nas redes sociais que o ato de violência tinha a
finalidade de tirar ele da campanha.
Mesmo
assim, ainda não tinha me decidido em quem votar. Não achava que Jair Bolsonaro
era preparado para exercer a função de presidente desse país, pretendia anular
o meu voto.
Aí
aconteceu um fato novo, vi numa rede social um vídeo de uma mulher muito articulada. Nele ela alertava que precisávamos impedir o PT de voltar ao poder, defendia
que o Jair Bolsonaro era o único candidato que podia derrotar o Haddad. Disse também que, caso ele não desse certo, já tínhamos
tirados dois presidentes do poder através do impeachment.
Depois
desse vídeo, finalmente resolvi que o Jair Messias Bolsonaro seria o meu
candidato. Fato que até os dias de hoje tenho a certeza de que acertei, pois desde que ele assumiu o governo, as notícias de corrupção e de uso irresponsável
do dinheiro público não se repetiram.
Olho
no olho.